Quinta-feira, 27 de Março de 2008

CENTRO CULTURAL DE BEJA

 

O Centro Cultural de Beja é uma Associação sem fins lucrativos, movida por um interesse comum pela actividade cultural na multiplicidade dos seus aspectos.
Fundado em 1980, nasce com o objectivo de promover e dinamizar a vida cultural da região, proporcionando as condições necessárias para a expressão da riqueza cultural da população nos seus múltiplos aspectos.
  
O centro Cultural de Beja associa-se à organização de:
 
ÁSIA-EUROPE WORKSHOP PORTUGAL 2008
Do gigantismo naval da dinastia Ming até à fisica universal dos barcos a navegar na época actual - análise estrutural de antigos navios em madeira na Ásia e na Europa.
 
O Workshop com cordenação de Jean-Yves Blot, Arqueólogo, Mestre e Doutorando pela Universidade  de Paris Sorbonne, irá decorrer em Beja, Convento da Arrábida  e Peniche entre os dias 8 e 12 de Abril.
 
Para inscrição nas sessões que decorrerão em Beja e Peniche, favor preencher e enviar a ficha de inscrição (PDF) ou (ficheiro word)  
 
      
  
Para inscrição na sessão do Convento da Arrábida, favor preencher a ficha de inscrição (PDF) ou (ficheiro word)
 
    
 
Para consultar o programa integral clicar aqui
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Segunda-feira, 17 de Março de 2008

ASIA - EUROPE Workshop | PORTUGAL 2008

Do gigantismo naval da Dinastia Ming até à física universal dos barcos a navegar na época actual
(Análise estrutural de antigos navios em madeira na Ásia e na Europa)
Asia-Europe Workshop de 08 a 12 de Abril
Tema:
Tradições de construção naval em madeira na Ásia e na Europa: diferenças estruturais nas soluções construtivas dos barcos e respectivas consequências na interpretação dos dados históricos, arqueológicos e etnográficos.
 
Apoio financeiro:
Asia-Europe Foundation (ASEF) e European Alliance for Asian Studies.
 
Instituições envolvidas na Organização:
  • DANS (Divisão de Arqueologia Náutica e Subaquática) do IGESPAR / Ministério da Cultura
  • Wuhan University-Transportation School (Naval Engineering Department), Wuhan, República Popular da China
CMP - Câmara Municipal de Peniche
CMB - Câmara Municipal de Beja
Fundação Oriente
Instituto Superior Técnico - Secção Autónoma de Engenharia Naval
EGEAC
ESTIG - Escola Superior de Tecnologia e Gestão, Instituto Politécnico Beja
U6pia, Montfort-le-Gesnois (França)
INATEL, Leiria, Beja
Universidade Autónoma de Lisboa/Centro de Estudos do Mar
Investigadores de nove países da ASEM ¹ foram convidados para participar no Workshop de acordo com as normas definidas pela ASEF e pela European Alliance for Asian Studies
 
¹ Países da ASEM: Austria, Bélgica, Brunei, Burma/Myanmar, Cambodja, China, Chipre, República Checa, Dinamarca, Estónia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Indónesia, Irlanda, Itália, Japão, Coreia, Laos, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Malásia, Malta, Holanda, Filipinas, Polónia, Portugal, Singapura, Eslóvaquia, Eslovénia, Espanha, Suécia, Tailândia, Reino Unido, Vietname.
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Domingo, 16 de Março de 2008

RESUMO DA PROBLEMÁTICA

Um recente congresso realizado em Nanjing (Julho de 2005) por ocasião do 600º aniversário do navegador da dinastia Ming e almirante Zheng He contribuiu para afinar um debate antigo, mas obviamente transcultural, relacionado com as dimensões máximas «possíveis» dos navios em madeira do passado.
 
Os anais da dinastia Ming mencionam navios chineses do início do século XV de grandes dimensões (os Bao Chuan -Navios do Tesouro- das expedições de Zheng He no Oceano Índico- 1405-1433) que funcionam como «faíscas heurísticas» para o debate em preparação.
 
Para além da discussão subjacente à metrologia chinesa antiga e aos aspectos documentais relacionados com o tema, o debate de Nanjing de Julho de 2005 permitiu focar aspectos estruturais dos navios em discussão bem como as diferenças nas antigas soluções construtivas de navios em madeira na Ásia e na Europa.
 
A abordagem, totalmente interdisciplinar, necessária a uma análise mais aprofundada do assunto tem recebido pouca atenção por parte dos historiadores e arqueólogos, por razões que têm a ver com as especificidades académicas das disciplinas relacionadas com o tema e com uma tradicional timidez quando confrontadas com as «ciências exactas».
 
No entanto, várias investigações pioneiras, empreendidas por engenheiros e arqueólogos navais têm começado a preencher o fosso tanto na Ásia como na Europa. O presente Workshop propõe, pela primeira vez, reunir os temas dispersos nos diversos circuitos académicos e fundi-los numa plataforma verdadeiramente multicultural e interdisciplinar.
 
O núcleo temático de um tema essencial por discutir pode ser colocado em termos simples:
► Qual é o tamanho máximo de um autêntico navio de madeira do passado (construído sem componentes estruturais ou reforços metálicos)?
► A investigação actual sugere que as respostas possam ter variado de maneira significativa consoante o contexto cultural e material na Ásia e no mundo ocidental.
 
Os conceitos subjacentes a tais questões abrangem a totalidade do universo da antiga construção naval em madeira, independentemente dos tipos e proporções, e põe em destaque as soluções estruturais encontradas pelos construtores do passado em diferentes ambientes culturais para responder aos esforços físicos aos quais eram submetidos os navios em navegação, a começar por conceitos clássicos da engenharia naval como os de «hogging» (navio na crista de uma onda) ou «sagging» (navio na «cova» de duas ondas sucessivas) investigados e implementados de maneira regular desde o século XIX.
 
Lado a lado com os dados compilados a partir das ciências sociais por arqueólogos e etnógrafos navais confrontados com o desaparecimento rápido das culturas materiais tanto na Ásia como na Europa, as ferramentas numéricas de hoje (por exemplo, a análise por elementos finitos aplicada ao exame de estruturas complexas) convida a explorar o tema com maior profundidade e a esboçar as grandes linhas – e as limitações de um modelo, definindo a ordem de grandeza dos parâmetros estruturais no seio de culturas distintas do passado náutico.
 
Uma atenção especial é dada à aplicação de conceitos relacionados com análise estrutural como os de momento flector (bending moment) ou forças de cisalhamento (shearing stresses) directamente aplicáveis a alguns contextos históricos e inseríveis numa descrição interdisciplinar, bem como numa análise dos componentes estruturais do navio de madeira do passado.
 
A abordagem interdisciplinar subjacente a este projecto de Workshop não se restringe a académicos e engenheiros navais. A natureza do debate convida a incluir construtores navais contemporâneos com experiência em barcos de madeira com as respectivas abordagens individuais em torno da resistência estrutural dos navios de madeira e as «anomalias» observadas. O debate é extensivo a marinheiros oriundos de horizontes culturais igualmente contrastados (Ásia/Europa) com experiência pessoal em matéria do comportamento estrutural de grandes navios de madeira em plena navegação.
 
Para além do debate relacionado com as inferências possíveis em torno da dimensão física das empresas marítimas da China da era Ming, diversos casos, tanto na Ásia como na Europa, são considerados, como experiências de terreno para os conceitos estruturais subjacentes à discussão proposta no Workshop:
         - a estrutura transversal e longitudinal observada em navios chineses do fim do período medieval escavados no porto de Penglai (província de Shandong, China) e em Shinan (Coreia)
         - as análises por elementos finitos levadas a cabo por engenheiros navais (Coreia, Dinamarca) a cerca da análise estrutural de navios medievais.
         - os componentes estruturais de navios asiáticos em madeira dos séculos XIX e XX descritos nas fontes da etnografia naval contemporânea (China: províncias de Fujian e Zhejiang. Coreia)
         - as «estranhas» escarvas observadas nos segmentos de quilha de um navio renascentista encontrado nos aterros fluviais do Cais do Sodré, em Lisboa
         - a «estranha» relação entre a secção da quilha e da sobrequilha observada nos vestígios do Compostellano II, lugre espanhol construído na Galiza no inicio do século XX e naufragado com água aberta, em Peniche, em 1946.
 
Os conceitos analíticos em discussão no Workshop actualmente em preparação destinam-se a ser debatidos no caso de outras estruturas de navio em madeira investigadas em Portugal (baía de Angra do Heroísmo, Açores, rio Arade, Algarve, Peniche) assim como noutros lugares (Europa e Ásia).
 
A metrologia tardo-medieval chinesa ou a nomenclatura dos componentes de madeira dos últimos navios à vela da China contemporânea figuram entre os temas que serão apresentados e debatidos em Abril próximo (2008) em Portugal.
 
publicado por centroculturaldebeja às 18:28
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Sábado, 15 de Março de 2008

PROGRAMA

 
Terça-feira, 8 de Abril, Beja - Auditório da Escola Superior de Educação
 
09.30 Sessão de abertura
Presidente da Câmara de Beja Dr. Francisco Santos, Sr. Presidente da Câmara de Peniche Dr. António José Correia, Embaixador João de Deus Ramos Administrador da Fundação Oriente, Vice Director do IGESPAR Prof. Doutor João Pedro Ribeiro e do Vice-Presidente do Politécnico de Beja Doutor José Pedro Fernandes.
 
Sessão da Manhã:
(as comunicações têm duração de 30 minutos, seguidas de 30 minutos de debate)
 
Discursos de abertura pelo Professor Engenheiro Carlos Guedes Soares, Director do Departamento de Engenharia Naval do Instituto Superior Técnico (IST) e pelo Professor Engenheiro Wu Weiguo, Reitor da Wuhan University School of Transportation (República Popular da China).
 
11.00 Coffee Break
 
11.15 Comunicação de Francisco Alves (Portugal)[1] e Eric Rieth (France)[2]: Keel assembling and hull caulking system-patterns of Portuguese ancient wooden shipbuilding based on archaeological evidence.
 
Sessão da Tarde
 
14.30 Comunicação de Ana Vongkh (Macau)[3]: Living Heritage - chinese shipbuilding tradition.
 
15.30 Comunicação de Hang Choi (Coreia do Sul)[4]: The hull form, construction method and structural strength of ancient Korean Ships.
 
16.30 Coffee Break
 
16.45 Comunicação de Eric Rieth (França): Geometry of hull shapes and architectural structure - a different approach to the study of the origins of the «frame-first» shipbuilding in the Mediterranean (Géométrie des formes de carène et structure architecturale: une autre approche de l'étude des origines de la construction "sur membrure première" en Méditerranée).
   
Quarta-feira, 9 de Abril, Beja - Auditório da Escola Superior de Educação
 
Sessão da Manhã:
(as comunicações têm duração de 30 minutos, seguidas de 30 minutos de debate)
 
9.00 Comunicação de Randy Sasaki (Japão)[5]: Considering the Philosophy of shipbuilding in Medieval East Asia: Case Study from the lost Fleet of the Kublai Khan.
   
10.00 Comunicação de Lotika Varadarajan (India): Sewn Boats of Lakshwadeep/Laccadives Islands (title to be confirmed)
   
11.00 Coffee Break
 
11.15 Comunicação de Bart Boon (Netherlands)[6]: What limits the size of wooden ships?
 
Quinta-feira, 10 de Abril, Convento da Arrábida
 
Sessão da Manhã:
(as comunicações têm duração de 30 minutos, seguidas de 30 minutos de debate)
 
9.30 Comunicação de Xi Long Fei (R.P. China)[7]: Archaeology of Chinese Ancient Ship and Structure Mechanics Analysis (I).
 
10.30 Comunicação de Cai Wei (R.P. China)[8]: Archaeology of Ancient Chinese Ship and Structure Mechanics Analysis (II)
 
11.30 Coffee Break
 
11.45 Comunicação de Rex Warner (Inglaterra): 15th-Century Chinese shipbuilding and navigation to the Indian Ocean - A Sailor’s Perspective.
 
Sessão da Tarde:
 
14.30 Comunicação de Sally Church (Inglaterra)[9]: Two 16th-century Shipbuilding Manuals and the Light they Shed on the Structure and Materials of Ming Dynasty Chinese Ships.
 
15.30 Comunicação de Kioko Koiso (Japão)[10]: Ships under pain: the structural behaviour of ships from the Portuguese Carreira da India as testified in shipwreck narratives.
 
16.30 Coffee Break
 
16.45 Comunicação de Catarina Garcia (Portugal)[11]: To build and «unbuild» Angra C and Angra D.
 
Sexta-feira, 11 de Abril, Peniche - Auditório Municipal
 
10.00 Visita ao estaleiro tradicional de Sarilhos Pequenos (Moita), organizada pelo Eng.º Celso Santos (Rotas do Sal) promotor da defesa do património cultural maritímo da região do Vale do Sado[12]
 
14.30  Recepção pela Câmara Municipal de Peniche no Auditório Municipal.
 
Visita a Peniche e ao Porto de Pesca local, onde se conserva um grande fragmento da sobrequilha de uma embarcação espanhola de três mastros do início do séc. XX.
  • Museu Municipal de Peniche
  • Entrevista com um antigo carpinteiro naval sobre a construção tradicional de embarcações em madeira.
 
Sábado, 12 de Abril, Peniche - Auditório Municipal
 
Sessão da Manhã:
(as comunicações têm a duração de 30 minutos, seguidas de 30 minutos de debate)
 
9.00 Comunicação de  Alessia Amato (Italia)[13]: Shipbuilding in wood in ancient Mediterranean. Archaeological analisis of the evolution of the main structural elements, comparative analysis of assemblage typologies from the Archaic to late-classical period (Construção naval lignea no Mediterraneo. Análise arqueológica dos principais elementos estruturais, confronto das tipologias de assemblagem, entre a época arcaica e a tardo-antiga)
 
10.00 Comunicação de Eusebio Dizon (Filipinas)[14]: A Presentation of Ancient Shipwrecks observed by underwater Archaeological works in the Philippines.
 
11.00 Coffee Break
 
11.15 Comunicação de Tiago Fraga (Portugal)[15]: Cargo and Warriors: Late Seventeenth Century Iberian Construction - Santo António de Tanna.
 
Sessão da Tarde:
 
14.30 Comunicação de Fang Lan (R.P. China)[16]: The last wooden sailing fishing boats of lake Tai, China (2d half of XXth century).
 
15.30 Comunicação de Vanessa Loureiro (Portugal)[17]: Structural elements from Arade 1 (second half XVth century / 1rst half XVIth century ship remains).
 
16.30 Coffee Break
 
16.45 Comunicação de Yong-han Kim (Coreia)[18]: Medieval ship remains investigated in Korea (provisional title)
 
17.45 Comunicação de Jean-Yves Blot (França)[19]: Two case studies of structural analysis applied to 18th and 20th century Spanish shipwreck remains found in Peniche waters.
 
18.45 Sessão de encerramento promovida pelo Município de Peniche.
 

 
For lecturers:
Sunday April 13th, Peniche: transport from Peniche to Lisbon, including Lisbon International Airport.
Participants who are not able to attend the full five-day Workshop programme must inform the Coordinator as soon as possible in order that the necessary adjustments may be made and their special needs catered for.
Workshop participants are invited to indicate in advance the required hardware support for their presentation (video- PowerPoint- projector / transparencies projector / 35 mm slides projector).
 
All documents (text and image files) by Workshop participants for the Pre-Proceedings are to be addressed in doc (text) and jgp (images) formats to:
Jean-Yves Blot, Workshop Coordinator
c/o DANS/IGESPAR Avenida da Índia, 136 1300-300 LISBON, PORTUGAL
  
[1] DANS/IGESPAR director, professor at Universidade Nova, Lisbon.
[2] CNRS, professor at Paris I University.
[3] Maritime Museum, Macau.
[4] Professor, Seoul National University.
[5] Post graduate, Texas A&M University.
[6] Naval Architect, Research and Consultancy. Teaches ship structure at the University of Duisburg/Essen, Germany
[7] Wuhan University, retired.
[8] Wuhan University.
[9] Cambridge University.
[10] Post graduate. Lisbon University (Faculdade de Letras ).
[11] Archaeological department, Azores islands provincial government.
[12] LAITAU (Associação para a Preservação e Dinamização do Património Naval do Rio Sado), a non-profit association. Its founder and president, Celso Santos, a forest engineer, has been the promoter of many projects including the reconstruction of traditional boats (galeão do sal Zé Mario), the building of full-size replicas (Hiate de Setubal), salvaging traditional boats sunk in the Sado River (galeão do sal Amendoeira) or promoting studies aiming at the restoration or building of other historical boats replicas.
[13] Postgraduate, Coimbra University
[14] National Museum of the Philippines, Manila
[15] Postgraduate, Universidade Autónoma de Lisboa.
[16] Post graduate, Suzhou University
[17] Post graduate, Paris I University, France.
[18] Director, National Maritime Museum, Mokpo, Korea
[19] Post graduate, Paris I University, France.


 
publicado por centroculturaldebeja às 12:16
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Sexta-feira, 14 de Março de 2008

O WORKSHOP EM PORTUGAL

 

 

 

 

 

A organização do Workshop, além da discussão da temática a que se propõe, pretende também que os participantes estrangeiros possam conhecer alguns dos aspectos culturais do nosso país.
  
  
 
Em parte, este objectivo pretende cumprir a vocação transcultural das "Asia-Europe Workshop Series" conforme definido pelo International Institute of Asian Studies (IIAS, Leiden), principal patrocinador do evento através da Asia Europe Foundation e da European Alliance for Asian Studies.
 
Os participantes do Workshop serão recebidos pelas seguintes entidades:
- Município de Beja (Alentejo)
- Fundação Oriente, no Convento da Arrábida, a sul de Lisboa
- Município de Peniche, uma antiga comunidade piscatória e marítima a norte de Lisboa.
 
Os critérios assim adoptados para a organização deste Workshop Ásia-Europa incluem um número mínimo de 8 (oito) países membros da A.S.E.M., com um equilíbrio entre comunicantes masculinos e femininos, bem como entre os anos de experiência dos investigadores.
 
O Inglês será a língua principal utilizada durante o Workshop, com algumas comunicações em Português e Chinês. A presença de um intérprete (Português/Inglês) encontra-se em estudo. Uma comunicação em língua chinesa (Pr Xi Long Fei, Universidade de Wuhan) será traduzida para Inglês por um dos participantes.
 
As sessões serão abertas ao público (máximo: 60 pessoas) mediante inscrição prévia:

Sessões

Datas

Custo

Beja e Peniche

8;9;11 e 12 de Abril

50 euros/pessoa (4 dias)

Convento Arrábida

10 de Abril

25 euros/pessoa(1 dia)

 
 
BEJA
 
 
 
  
 

Beja, uma cidade histórica, numa planície circunscrita por antigas rotas terrestres e fluviais. A cidade fica situada praticamente a meio caminho entre Lisboa e Sevilha, os dois maiores portos históricos do SW peninsular, e entre dois dos seus maiores rios, o Tejo e o Guadalquivir.

 

  

 

 

Próximo de Beja, o rio Guadiana traça a secular fronteira entre Portugal e Espanha e esconde o antigo porto fluvial de Mértola, bastante activo na antiguidade e durante a Idade Média. Algumas embarcações em madeira podiam ainda ser avistadas em Mértola em meados do séc. XX. (Foto crédito: Reproduzido e adaptado a partir de Leonel Borrela: Mértola I - Pequenas Histórias Diário do Alentejo (Beja), 9 de Junho de 2006.)
 
 
 
ARRÁBIDA
 
 
 
 
 
     
Quarta-feira de tarde, 9 de Abril: partida de Beja para a Arrábida, ao longo da Península de Tróia e atravessando o Sado por barco.
 
  
 
 
 
Organização: Câmara Municipal de Beja.
 
 
 
 
  
Na montanha e virado para o mar, fundado no séc. XV, o Convento da Arrábida situa-se na vertente sul da cadeia montanhosa da Arrábida. Abrigado entre o arvoredo e mirando o Oceano Atlântico, sobranceiro à foz do Rio Sado, o convento, recentemente restaurado pela Fundação Oriente, recebe eventos culturais e científicos num cenário pacífico e majestoso, próximo da cidade e do porto de Setúbal.
 
 
 
 
 
 
  
 
 
Do ponto de vista histórico e da história da náutica, o rio Sado ficou marcado pela presença dos marinheiros fenícios que subiram o seu curso até Abul e Alcácer do Sal, no início da II Idade do Ferro, trazendo bens e tecnologia do Mediterrâneo para o Atlântico. Algumas das técnicas de construção naval dessa cultura continuam até hoje a ser utilizadas em diversos pontos da Ásia (Kumar, Varadarajan, 2000).
 
 
SARILHOS PEQUENOS
 
 
 
  
 
 
 
 
 
Sexta-feira, 11 de Abril:
 
Visita ao estaleiro tradicional de Sarilhos Pequenos
 
 
 
 
 
  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Estaleiro tradicional de Sarilhos Pequenos:
 
Latitude: N 38º 40’ 56.80’
 
Longitude: W 008º 58’ 42.11’
 
 
 
 
 
 
  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Um dos últimos estaleiros tradicionais que ainda constrói embarcações em madeira.
 
Visita organizada pelo Eng.º Celso Santos (Rotas do Sal).
 
 
 
PENICHE
 
 
 
Visita a Peniche e ao Porto de Pesca local, onde se conserva um grande fragmento da sobrequilha de uma embarcação espanhola de três mastros do início do séc. XX. Este fragmento demonstra bem uma das muitas soluções estruturais dos antigos construtores navais em busca da rigidez longitudinal.
 
Foto: Península de Peniche vista a partir de Oeste.
 
Crédito fotográfico: Câmara Municipal de Peniche.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Carpinteiros navais debitando um grande e massiço tronco em tábuas estreitas. 
 
 
Foto: Peniche, década de 70.
 
Crédito Fotográfico: Museu Municipal de Peniche.
 
 
 
 
 
 
Today a national park, Berlenga island lies six miles to the west of Peniche peninsula an is clearly visible from mainland on most days. Protected from the dominant (NW/W) wind, the eastern façade of the island provides a good anchorage routinely used by sailors through the last two millenia.
 
 
Foto: Aerial view looking northwards.
 
Credit: Câmara Municipal de Peniche
 
 
 

 
LEGENDA:
1) Estaleiro tradicional (barcos de pesca em madeira) (desactivado no início desta década).
2) Estaleiro tradicional (barcos de pesca em madeira) (desactivado na década de 90).
3) Estaleiro actual (embarcações em aço).
4) Museu (Fortaleza do séc. XVII; Prisão política de meados do séc. XX) (lat. 39º 21’ 12,13” N. / 009º 22’ 52.39 W.)
5) Fragmento de grandes dimensões do navio mercante de 3 mastros, Compostellano II, construído em 1918 e naufragado em 1946.
6) Cabo Carvoeiro.
publicado por centroculturaldebeja às 16:46
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Domingo, 9 de Março de 2008

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

References quoted in the text above:
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  • Xi Longfei, Chalmers, DW (2004): The Rise and Decline of Chinese Shipbuilding in the Middle Ages. International Journal of Maritime Engineering. The Royal Institution of Naval Architects. London.
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  • Vong, Ana (2006): A construção naval na China antiga, Oriente (Fundação Oriente, Lisboa ), nº 16.
  • Varadarajan, Lotika (1998): Sewn Boats of Lakshadweep, National Institute of Oceanography, Panaji, Goa.
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publicado por centroculturaldebeja às 12:02
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